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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

BIOGAFIA: SALVADOR DALI: SURREALISMO

 Salvador Dalí 
Pintor espanhol, Salvador Dalí nasceu em Figueras, na Catalunha, a 11 de Maio de 1904 e aí morreu a 20 de Janeiro de 1989. Filho de um prestigiado notário daquela cidade, frequentou a Academia de Belas-Artes de Madrid de 1921 a 1926. Foi aqui, durante a sua estadia na residência de estudantes, que Dalí conheceu e se tornou amigo do poeta Federico García Lorca e do cineasta Luis Buñuel, com os quais viria, mais tarde, a desenvolver alguns projectos. 
Depois de estudar em Madrid, rumou para Paris onde se instalou e se tornou membro oficial do grupo surrealista. As simpatias de Dalí pelos regimes de extrema-direita terão levado, mais tarde, Breton a exclui-lo do grupo. Datam desta altura algumas das suas obras mais representativas do surrealismo, como, por exemplo, "A Persistência da Memória", "O Jogo Lúgubre" e "Grande Masturbador". 
Em 1929 conheceu Helena Diakonova, conhecida por Gala Éluard, uma jovem russa que, tendo sido companheira de Paul Éluard, viria a tornar-se na modelo e companheira inseparável de Dalí.
Entre 1928 e 1930, colaborou com Buñuel nos filmes Un Chien Andalou e L'âge d'Or.
 Os primeiros quadros surrealistas foram expostos em 1929 e sugerem a influência de De Chirico. 
A mistura do real com o irreal é uma característica que se tornará frequente no seu trabalho. Elaborou um método a que chamava "crítico-paranóico", que implicava o recurso ao inconsciente, na interpretação livre de "associações delirantes". 
Possuía uma técnica magistral, que colocou ao serviço de uma imaginação transbordante alimentada pela leitura cuidada de Freud. As imagens oníricas e os claros símbolos sexuais não impediram o público de assimilar a sua obra, que obteve um sucesso enorme, sobretudo depois da Segunda Grande Guerra.
Nos Estados Unidos da América, para onde Dalí e Gala viajaram em 1940 e onde permaneceram durante cerca de oito anos, o artista fez, no Museu de Arte Moderna de Nova York, a sua maior exposição. Escreveu ainda A Vida Secreta de Salvador Dalí e trabalhou por diversas vezes para o cinema, teatro, ópera e bailado. Em 1974 inaugurou o Teatro-Museu de Figueras, onde se encontra exposta uma grande parte da sua obra, e, em 1983, criou a Fundação Gala-Salvador Dalí, uma instituição que gere, protege e divulga o seu legado artístico e intelectual.
Morreu em 1989, sete anos depois de Gala, e foi sepultado, como era seu desejo, no Teatro-Museu que o próprio Dalí criou e ao qual deu o seu nome.

BIOGRAFIA: HENRY FORD

Henry Ford (Inventor norte-americano)30/07/1863, Greenfield Township, Michigan 07/04/1947, Dearborn, Michigan
Parecia não haver futuro para os automóveis do início do século 20: eram caros, difíceis de dirigir e de fazer funcionar. 
Até que Henry Ford criou a fábrica moderna e um carro simples, acessível e fácil de usar. Lançado em 1908, a 850 dólares cada, o Modelo T foi um sucesso e foram vendidos 15 milhões em cerca de 20 anos. 
Ao contrário dos outros modelos, não eram brinquedos quase artesanais para os ricos se exibirem e sim um produto em série para usar todos os dias. Para ter um produto mais barato, Ford inventou a linha de montagem. As várias etapas de fabricação foram distribuídas ao longo de uma esteira rolante e cada empregado deveria acoplar um componente padronizado. 
A ideia era evitar hesitações e perda de tempo. 
Gente de todos os Estados Unidos foi atraída pelo trabalho que era repetitivo e cansativo, mas bem pago: cinco dólares por jornada de oito horas de trabalho - o dobro do que se pagava na época por 12 horas. 
Além da criação de uma classe média, essas mudanças provocaram grandes transformações económicas e sociais, conhecidas como fordismo. 
Com o avanço de Ford e seus concorrentes, de fornecedores de peças, de revendedores e oficinas de reparos, os postos de gasolina e as estradas asfaltadas se multiplicaram. Com o carro, as pessoas puderam viajar mais e morar longe das áreas centrais. 
A poluição, o barulho, os acidentes e os congestionamentos substituíram outros problemas urbanos: no início do século, os cavalos espalhavam em Nova York mais uma tonelada de esterco e 200 mil litros de urina por dia. Nascido e criado numa fazenda, passou a infância desmontando coisas, especialmente relógios. 
Começou a carreira como mecânico, engenheiro e, depois, tornou-se dono de um império com siderúrgicas, usinas, navios, ferrovia e minas de carvão.
 Apesar de empresário genial, era mau administrador. Gostava da fábrica e não do escritório. Não tinha paciência para balanços, detestava banqueiros e mantinha dinheiro vivo no cofre. Também não era muito bom em marketing. 
Durante 19 anos, produziu apenas o Modelo T preto. Um dos slogans da campanha de vendas era exatamente esse: você pode ter o Ford que quiser, desde que seja na cor preta. 
Lançou o Modelo A em 1927, com mais cores, mas já estava sendo ultrapassado pela General Motors. Ford sofreu seu primeiro acidente vascular cerebral em 1938, o que o afastou da vida pública. Ele morreu aos 83 anos de hemorragia cerebral. 
O fordismo teve seu ápice após a Segunda Guerra, e, nos anos 1970, houve queda da produtividade e lucros, o que obrigou a uma revisão da filosofia produtiva criada e implantada pelo fundador do império Ford.

BIOGRAFIA:FREDERICK TAYLOR

Frederick Winslow Taylor
Frederick Winslow Taylor (Filadélfia, 20 de Março de 1856 — Filadélfia, 21 de Março de 1915) mais conhecido por F. W. Taylor, foi um engenheiro mecânico estadunidense, inicialmente técnico em mecânica e operário, formou-se engenheiro mecânico estudando à noite. É considerado o "Pai da Administração Científica" por propor a utilização de métodos científicos cartesianos na administração de empresas. Seu foco era a eficiência e eficácia operacional na administração industrial.
Sua orientação cartesiana extrema é ao mesmo tempo sua força e fraqueza. Seu controle inflexível, mecanicista, elevou enormemente o desempenho das indústrias em que atuou, todavia, igualmente gerou demissões, insatisfação e estresse para seus subordinados e sindicalistas.
Elaborou os primeiros estudos essenciais:
Em relação ao desenvolvimento de pessoal e seus resultados, acreditava que oferecendo instruções sistemáticas e adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor qualidade.
Em relação ao planejamento a atuação dos processos, achava que todo e qualquer trabalho necessita, preliminarmente, de um estudo para que seja determinada uma metodologia própria visando sempre o seu máximo desenvolvimento.
Em relação à produtividade e à participação dos recursos humanos, estabelecida a co-participação entre o capital e o trabalho, cujo resultado refletirá em menores custos, salários mais elevados e, principalmente, em aumentos de níveis de produtividade.
Em relação ao autocontrole das atividades desenvolvidas e às normas procedimentais, introduziu o controle com o objetivo de que o trabalho seja executado de acordo com uma seqüência e um tempo pré-programados, de modo a não haver desperdício operacional.
Inseriu, também, a supervisão funcional, estabelecendo que todas as fases de um trabalho devem ser acompanhadas de modo a verificar se as operações estão sendo desenvolvidas em conformidades com as instruções programadas. Finalmente, apontou que estas instruções programadas devem, sistematicamente, ser transmitidas a todos os empregados.
Incluiu um sistema de pagamento por quantidade (ou por peça) produzida. Isso fazia com que os rendimentos dos funcionários aumentassem de acordo com seu esforço. Assim, Taylor conseguiu maximizar significativamente a eficiência da organização.

TAYLORISMO

TAYLORISMO




Taylorismo é uma concepção de produção, baseada em um método científico de organização do trabalho, desenvolvida pelo engenheiro americano Frederick W. Taylor (1856-1915). Em 1911, Taylor publicou “Os princípios da administração”, obra na qual expôs seu método. 
A partir dessa concepção, o Taylorismo, o trabalho industrial foi fragmentado, pois cada trabalhador passou a exercer uma actividade específica no sistema industrial.
 A organização foi hierarquizada e sistematizada, e o tempo de produção passou a ser cronometrado. 
 Algumas características do Taylorismo: 
- Racionalização da produção.
 - Economia de mão-de-obra. 
- Aumento da produtividade no trabalho.
 - Corte de “gastos desnecessários de energia” e de “comportamentos supérfluos” por parte do trabalhador.
 - Acabar com qualquer desperdício de tempo. 
 Desde então, e cada vez mais, tempo é uma mercadoria, e o trabalhador, que ”vende” sua mão-de-obra, portanto, seu tempo, tem a incumbência de cumprir com suas tarefas no menor tempo possível, para que possa produzir mais e mais.
 Como pode ser observado no filme clássico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin, o trabalhador passa a efectuar movimentos repetitivos e bem elementares, com o ritmo imposto pelas máquinas, e por quem as comandava. Seus supervisores diretos cronometravam seus movimentos e observavam quais os trabalhadores optimizavam o próprio tempo, e portanto a produção. 
Prémios eram dados aos trabalhadores com melhor tempo/desempenho. 
Essa competição promovida pelos gerentes fez com que a velocidade da produção aumentasse cada vez mais.
 Taylor entendia que a hierarquização evitava a desordem predominante do tempo no qual a organização ficava por conta dos trabalhadores.
 Separou, dessa forma, o trabalho manual do trabalho intelectual, dividindo os funcionários entre aqueles que eram pagos para pensar de modo complexo (planejar), e aqueles que eram pagos, e mal pagos, para executar. 
 Dessa forma, da mão-de-obra operária, naquela época, não eram exigida a escolarização. O trabalho sistemático fazia dos trabalhadores peças descartáveis, pois peças de reposição não faltavam. Nesse sentido, era grande a economia na folha de pagamento das indústrias, pois a maioria dos trabalhadores era sem qualificação. 
 À direcção, ou aos gerentes, cabia controlar, dirigir e vigiar os trabalhadores, impedindo inclusive qualquer conversa entre os mesmos. Aos trabalhadores só restava obedecer e produzir incessantemente.

O MUNDO NO INÍCIO DO SÉCULO XX

LITERATURA


DOCUMENTÁRIOS SOBRE PICASSO

FILME:A VIDA APAIXONADA DE VAN GOGH

Lust for Life (A Vida Apaixonada de Van Gogh ) é um filme estadunidense de 1956, do género drama biográfico, dirigido por Vincent Minnelli e co-dirigido por George Cukor, sobre a vida do pintor neerlandês Vincent Van Gogh, conforme adaptação da novela do mesmo nome de 1934, escrita por Irving Stone. 
Nos créditos, extensa lista de museus e outras entidades e pessoas que cederam pinturas originais para serem usadas no filme.
O filme começa em 1877, contando o serviço religioso de Van Gogh em uma vila de mineiros na Bélgica. Vivendo em condições deploráveis e sem dar notícias, faz com que seu irmão Théo venha e o leve de volta à Holanda, para a casa da família. 
Van Gogh se recupera, mas uma desilusão amorosa o faz se mudar para Paris, onde seu irmão trabalha como negociante de artes. 
Na grande cidade, ele faz contato com diversos artistas impressionistas e conhece aquele que viria a ser seu maior amigo, Paul Gauguin. Influenciado por Gauguin, Van Gogh vai atrás de lugares ensolarados para pintar e se muda para a Bretanha. 
Algum tempo depois, Gauguin vai morar com ele. A situação precária em que vivem e a deterioração mental de Van Gogh faz com que os dois não continuem juntos. Théo vai em socorro de Van Gogh, que pede a ele para ser internado em um manicómio.

DOCUMENTÁRIO SOBRE A BELLE ÉPOQUE


DOCUMENTÁRIO:OS LOUCOS ANOS 20


DOCUMENTÁRIO "A INVENÇÃO DO CINEMA"

DOCUMENTÁRIO SOBRE A ORIGEM DO JAZZ

DOCUMENTÁRIO: ARTE E CULTURA NO INÍCIO DO SÉCULO XX